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Indústria
São Paulo (SP): Metalúrgicos têm assembleia e podem entrar em greve
FS / Fem / CNM - 15/10/2009 15:38:16

O Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi realiza assembleia geral da categoria amanhã para votar proposta de greve a partir de terça-feira (20).

Segundo o sindicato, o encaminhamento da greve deve-se à falta de contraproposta salarial por parte dos grupos patronais. "Eles não apresentaram proposta até agora, mas sinalizaram que querem tirar cláusulas sociais da convenção coletiva, como a garantia de emprego para os acidentados no trabalho e portadores de doenças profissionais, além da estabilidade para quem está perto da aposentadoria. Também querem reduzir o percentual sobre as horas extras e não falam em redução de jornada", explica Miguel Torres, presidente do sindicato.

O prazo para o lado patronal apresentar proposta termina hoje.

REIVINDICAÇÃO - A categoria reivindica 10% de aumento salarial (4,5% de reposição da inflação mais aumento real), piso único para a categoria, redução de jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução nos salários, além de estabilidade para os acidentados no trabalho e portadores de doenças profissionais, entre outros.

A campanha salarial é unificada. Reúne 53 sindicatos metalúrgicos do Estado - inclusive os metalúrgicos de Santo André e Mauá -, filiados à Força Sindical, que representam cerca de 800 mil trabalhadores, com data-base em 1º de novembro.



Osasco (SP): Paralisações atingem 20 empresas

A manhã desta quarta-feira, 14, foi marcada por metalúrgicos de braços cruzados nas portas das 20 maiores empresas de Osasco (Grande São Paulo). Em cada uma das empresas, a paralisação se estendeu por até três horas. Tudo isso para cobrar dos grupos patronais uma proposta que vá ao encontro das reivindicações da categoria: 10% de reajuste salarial, piso unificado no valor de R$ 1.200, redução da jornada para 40 horas semanais, aplicação da convenção 158 da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e ampliação de direitos da convenção coletiva.

Os grupos patronais têm até amanhã, quinta-feira, 15, para apresentar sua contra-proposta. A categoria está disposta a entrar em greve a partir da semana que vem, caso a proposta não seja satisfatória. Foi o que demonstraram os cerca de 4.500 metalúrgicos e metalúrgicas que estiveram nas manifestações de hoje.

As paralisações ocorreram em empresas como: Osram, Liceu de Artes e Ofícios, Belgo Bekaert, ArvinMeritor, Corneta, Grupo Flanel, Jaraguá, Mecano Fabril, Dana entre outras. "Nossa parcela de contribuição durante a crise econômica foi muito bem dada e as empresas têm que reconhecer e fazer uma boa proposta", lembrou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, Jorge Nazareno.

Decisão neste sábado – A avaliação da proposta e da postura dos grupos patronais será feita na assembléia da categoria no próximo sábado, 17, no clube de lazer do Sindicato. "Se não tivermos uma proposta razoável, vamos fazer greve", advertiu Jorge. O Sindicato está aberto à negociação com as empresas que queiram evitar a greve, fazendo um acordo que atenda às reivindicações dos trabalhadores. "É nessa hora que vamos ver qual é a empresa que dá o devido respeito aos trabalhadores", enfatizou o presidente do Sindicato.

A assembléia decisiva começa às 9h, na r. Luiz Rink, 501, no Jardim Rochdale (em Osasco).

Greve no Estado de SP – As paralisações em Osasco dão seqüência a uma série de protestos realizada em todo o Estado de São Paulo pelos cerca de 800 mil trabalhadores ligados aos 53 sindicatos filiados à Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo. A categoria está disposta a, a partir da próxima semana, endurecer a luta.



FEM e G10 debatem a renovação e alterações em cláusulas em vigor

Na primeira rodada de negociação, realizada na quarta, 14, a FEM e a bancada patronal do Grupo 10 (que reúne os sindicatos patronais dos setores de lâmpadas, material bélico, estamparia, equipamentos odontológicos entre outros) debateram sobre a necessidade de alterações e a renovação de algumas cláusulas sociais pré-existentes (em vigor na Convenção Coletiva de Trabalho-CCT). (Foto: bancada da FEM durante a rodada no dia 14 de outubro - crédito MC)

Na rodada, a bancada patronal sinalizou a possibilidade de renovar cerca de 58 cláusulas sociais. Deste montante, cerca de 19 a Federação quer fazer ajustes na sua redação. “Vamos propor alterações nestas cláusulas que visem a sua modernização”, enfatizou José Carlos da Silva, diretor da FEM-CUT e do Sindicato dos Metalúrgicos de Cajamar, que coordenou a rodada de negociação.

A próxima rodada acontecerá, no dia 20 (terça-feira), às 10h, na sede da FIESP – 11º andar.

Base

A Federação representa cerca de 15 mil metalúrgicos nos setores do G10 em todo o Estado e a data-base é 1º de novembro – último setor em Campanha Salarial na base da FEM neste ano.

Próximas negociações FEM e G10

3ª rodada

Data: 20 de outubro (terça-feira)

Horário: 10h

Local: Av. Paulista, 1313 – 11º andar –

4ª rodada

Data: 27 de outubro (terça-feira)

Horário: 10h

Local: Av. Paulista, 1313 – 11º andar –

5ª rodada

Data: 30 de outubro (sexta-feira)

Horário: 15h

Local: Av. Paulista, 1313 – 11º andar

Acordos firmados: G8 continua emperrado

Até agora, a FEM-CUT-SP assinou oficialmente as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) com as bancadas patronais dos setores do Grupo 3 (autopeças, forjaria, parafusos), Grupo 2 (máquinas e eletrônicos) e Fundição. Também foram aprovadas as propostas sociais e econômicas negociadas entre a FEM e a bancada patronal das Montadoras (representada pelo Sinfavea), a entidade está aguardando uma data para assinar a CCT. Nestas bancadas, a proposta econômica aprovada pela Federação e pelos sindicatos filiados foi 6,53% (4,44% de reposição da inflação, medida pelo INPC, e mais 2% de aumento real). As datas-base dos trabalhadores nestes setores são em 1º de setembro. As novas CCTs têm vigência de dois anos. Os direitos sociais valerão até o dia 31 de agosto de 2011 e as cláusulas econômicas serão renovadas na próxima data-base, 1º de setembro de 2010.

Já com o G8 (que representa os sindicatos patronais dos setores de trefilação, laminação de metais ferrosos; refrigeração, equipamentos ferroviários, rodoviários entre outros) a negociação continua emperrada. Na última rodada, ocorrida no dia 2 de outubro, a bancada patronal ofereceu reajuste salarial de 6,4% (4.44% referente ao INPC da inflação do período da data-base da categoria, 1º de setembro, e mais INPC 1,88% aumento real), que foi reprovada pela entidade. A Federação representa 25 mil metalúrgicos nos setores do G8 em todo o Estado e a data-base é 1º de setembro.

Base FEM

A FEM tem 13 sindicatos metalúrgicos filiados em todo o Estado e é a interlocutora dos trabalhadores nas negociações da Campanha Salarial com as bancadas patronais. A Federação negocia com sete bancadas: Montadoras Grupos, 2, 3, 8 e 10. A maioria das datas-base é em setembro (Montadoras, Fundição e Grupos 2, 3 e 8) e o último setor em Campanha Salarial na base da FEM é o G10, cuja data-base é 1º de novembro. No total, FEM representa cerca de 220 mil metalúrgicos e metalúrgicas em todo o Estado



Após 7 dias de greve, Bardella apresenta proposta salarial

Após sete dias de greve, no início da noite de quarta-feira (14), a Bardella enfim concordou em dialogar com o Sindicato dos Metalúrgicos e apresentou uma proposta salarial dentro dos parâmetros negociados com outras fábricas da região.

A proposta seria colocada em votação durante assembléia dos trabalhadores às 6h30 desta quinta-feira, dia 15, em frente à fábrica. (Em breve publicaremos o resultado da votação).

A paralisação na Bardella, fabricante de equipamentos pesados localizada em Sorocaba, teve início no último dia 8. Os trabalhadores, liderados pelo Sindicato dos Metalúrgicos, não abrem mão de ter suas reivindicações atendidas pela empresa.

Uma faixa informando sobre a greve, fixada em frente à fábrica, deixa claro o que os trabalhadores exigem: "Lutamos juntos por salários e respeito".

"Durante dias, a fábrica fez pouco caso dos trabalhadores e da organização sindical. Isso fez crescer ainda mais a insatisfação dos companheiros, que estão firmes nessa luta por reajustes salariais dignos e para melhorar as relações na fábrica", afirma Adilson Faustino, o Carpinha, secretário de organização do Sindicato.

"Os trabalhadores da Bardella estão de parabéns e, independente do resultado da votação de amanhã (quinta), que o episódio sirva de lição para outras empresas", conclui o dirigente sindical.

A Bardella emprega aproximadamente mil trabalhadores e tem entre seus clientes a Petrobras, empresas de mineração e hidrelétricas.




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